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Imprensa discute situação da Francana

Após fracasso na temporada que marcou o centenário do clube, próximo desafio é a A3

N. Fradique/DF

Um encontro histórico aconteceu nesta segunda-feira para discutir a situação da Associação Atlética Francana. A imprensa esportiva de Franca esteve reunida no Restaurante e Churrascaria Moringa Grill e o evento foi transmitido ao vivo pelo programa ‘Frente a Frente com o Esporte’, da Rádio Hertz, contando com a presença dos jornalistas que acompanham a Veterana há décadas.
O objetivo do evento foi debater o desempenho da equipe na última temporada, o trabalho da diretoria e também para os profissionais da imprensa poder sugerir soluções para que a agremiação possa a se reerguer.
Estiveram no encontro Jovassí Correa Dias, que acompanha o esporte da cidade já mais de 50 anos, já militando em todas as emissoras de Franca. Hoje está na Rádio Imperador; Renato Valim, outro ícone do jornalismo, também há décadas acompanhando a história do clube da Simão Caleiro e comanda o jornalismo da Rádio Imperador; Marcos Silva, narrador e repórter do Grupo GCN; Nilson Fradique, do Diário da Franca e Rádio Hertz; Carlos Zacareli, diretor da Associação de Rádio e Televisão de Franca; Jota Júnior, repórter e setorista da Francana; Marcelo Facuri, jornalista; e Adriano Oliveira, narrador da Rádio Hertz.
Durante o debate, todos foram unânimes em dizer que a diretoria da Francana está desgastada e que precisa haver mudanças no clube. “O time foi um reflexo do mau trabalho que a diretoria realizou fora de campo. Foram parcerias mal sucedidas que colocaram o nome da Francana em risco. A Francana é grande, mas a cabeça dos dirigentes é pequena”, destacou Jovassi.
Esse encontro mostra que a imprensa está preocupada, sim, com a Francana, que vive uma de suas piores crises. Igual e essa somente em 1972 quando o clube não tinha condições de montar um time e o Amazonas cedeu uma equipe inteira à Veterana, lembrou Renato Valim.
Os profissionais da imprensa também lamentam pelo patrimônio do clube estar comprometido em 24%, com os constantes leilões realizados pela Justiça. “Parte do patrimônio já teve 11 arrematadores e para o clube não perder, a solução seria vender tudo, pagar a dívida e com o restante do dinheiro comprar uma área próxima à cidade e construir um TC com alojamentos para atletas e outras estrutura que um clube necessita para se manter”, disse sugeriu o jornalista Marcelo Facuri, que acompanha a equipe há mais 15 anos. Outra sugestão dada por Marcos Silva, é que “a idéia de transformar a área onde era o Nhô Chico possa ser colocada em prática. Assim a Francana teria uma renda de mais R$ 100 mil/mês e ainda poderia explorar mais o local com placar e painéis de empresas, já que é uma área nobre, no centro da cidade”.
A possibilidade de o prefeito municipal também assumir o clube através de um projeto inovador também agrada a imprensa. “Acredito que a saída para a Francana seria com a intervenção do poder público. Acho que Alexandre Ferreira pode viabilizar uma ajuda ao clube de alguma forma”, acredita Adriano Oliveira.
Após o fracasso da Francana na temporada deste ano, que marcou o centenário da agremiação, o próximo desafio do clube é tentar o acesso em 2014, com a disputa do Campeonato Paulista divisão A3.

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