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Professores reforçam greve com manifesto

Caravana com 200 educadores de Franca participa do ato público previsto para hoje na capital paulista

Da Redação/DF

Um grupo de pouco mais 150 professores movimentou o centro de Franca na manhã de ontem. Eles realizaram manifesto em defesa da greve que a categoria deflagrou desde o dia 8 e confirmaram participação no ato público a acontecer nesta sexta-feira na praça da República, em São Paulo. Luiz Gonzaga José, presidente regional da Apeoesp - Sindicato dos Professores da Rede Oficial de Ensino Público do Estado de São Paulo - diz que a greve em Franca atinge em torno de 60% dos professores. Porém, a Regional de Ensino destaca que a greve envolveu poucos professores de algumas escolas.
A manifestação de Franca envolveu não só professores, mas também estudantes, que reforçaram o movimento grevista na busca de melhores salários. Gonzaga José destacou que dos 2 mil professores que integram a Regional de Ensino de Franca perto de 1,2 mil estariam de braços cruzados. "Estamos monitorando a participação de todos os funcionários e escolas, justamente para ter uma real imagem do movimento. E sabemos que mais de 1.200 professores aderiram ao movimento. Isso representa perto de 60%. Mas, a proposta é aumentar ainda mais, pois as dificuldades são muito grandes junto ao governo".
Além da concentração em praça pública, a Apeoesp também panfletou na região central, distribuindo três tipos diferentes de alertas. "Queremos sensibilizar, além dos pais, a população pois o sistema educacional tem sido penalizado ao extremo", disse.
Os professores lutam por um reajuste de 34,5%, incorporação das gratificações e extensão aos aposentados; plano de carreira, garantia do emprego, contra a avaliação excludente, revogação das leis que criaram o provão, avaliação de mérito e faltas médicas; concurso de caráter classificatório, municipalização do ensino e contra reformas que prejudiquem a educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.
Gonzaga afirmou ao Diário de que o governo mente na sua propaganda. "Não tem escolas com dois professores em sala de aula", cita.

Desconto
O governo do Estado afirmou que a falta dos professores nas escolas será descontada e o profissional perderá participação no Bônus por Resultado e no Programa de Valorização pelo Mérito. Além disso, em boletim informativo destacou que as escolas estaduais funcionaram normalmente, apesar da tentativa de greve promovida pelo sindicato dos professores, a Apeoesp.
Para o governo, a adesão ao movimento foi de cerca de 1% do total de professores do Estado. Os grevistas estão com o ponto cortado, ou seja, terão desconto salarial relativo às faltas, e estão perdendo condição de participar do Bônus por Resultados, que paga anualmente até 2,9 salários para as equipes escolares que superarem suas metas, e também do Programa de Valorização pelo Mérito, que permite aumentos salariais de 25%. Os dois programas têm como regra a regularidade da presença dos professores nas escolas.
"Os gastos já existentes são enormes e não há justificativa para a reivindicação de 34% de aumento linear para os professores, medida que custaria nada menos do que R$ 3,5 bilhões, o que desorganizaria as finanças da educação e até mesmo do conjunto do Governo do Estado", apontou a nota oficial.

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