Entrevista de Domingo

O ídolo do basquete Fausto Giannecchini fala do projeto que administra e afirma que gestão do basquete francano tem que melhorar

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Um dos maiores nomes do basquete brasileiro Fausto Cisoto Giannecchini abriu as portas de sua casa para reportagem do Diário da Franca. Em entrevista, o ex-jogador que hoje administra uma ONG, falou sobre a carreira, as vitórias e deu sua opinião sobre a atual situação do basquete francano.

Nascido na cidade de Olímpia (SP), Fausto Giannecchini veio para Franca aos 15 anos. Filho de dentista, o então garoto começava sua vida profissional nas categorias de base do basquete francano, que na época era o Clube dos Bagres.

Diário da Franca – Além de atuar em Franca, você defendeu outras equipes do basquete do Brasil?

Fausto Giannecchini- Sim , em 1973 estive no Vila Nova de Goiás, onde conquistei os títulos de campeão brasileiro e sul-americano. De 1983 a 1985 defendi o Sírio de São Paulo, com títulos também nos campeonatos brasileiro e sul-americano. Em 1990 passei pelo Minas e logo depois encerrei a carreira.

Diario da Franca – Depois deste periodo você retornou para Franca ?

Fausto Giannecchini- Voltei e entrei no projeto do basquete do Yara Clube, onde fiquei por cinco anos, mas pela falta de experiência na gestão, acabou não dando certo.

Diário Franca – Como foi sua passagem pela Seleção Brasileira ?

Fausto Giannecchini- Meu primeiro jogo na seleção em 1971 no Ginásio do Ibirapuera contra a antiga União Soviética. Foi fantástico, eu era um dos menores da equipe e entrei no lugar do jogador Mosquito que se machucou. A partir continuei e conquistei um 3titulos sul-americanos, fomos vice campeões Copa Intercontinental. Três medalhas em jogos pan-americanos.