Shopping chinês transforma Trump em frango

Com chegada do Ano do Galo, uma grande mecha loura parodia o penteado do magnata no lugar da crista

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Para celebrar a chegada do ano do Galo, um shopping chinês colocou em exposição uma enorme escultura de frango cuja cabeça representa a de Donald Trump, o presidente eleito dos Estados Unidos.
A estátua fica na entrada do centro comercial de Taiyuan, norte da China.
A imprensa oficial chinesa publicou fotos da escultura, em que a crista vermelha do galo foi substituída por uma grande mecha loura, que parodia o penteado do magnata.
Trump assumirá a presidência em 20 de janeiro, uma semana antes do Ano Novo Lunar, que iniciará o Ano do Galo para os chineses.
O “frango Trump”, cujas asas imitam os gestos do futuro presidente, fez muito sucesso em todo o país, onde estão sendo vendidas réplicas do original na internet.
Existem de todos os tamanhos e sites como o Taobao oferece, por exemplo, uma versão de 10 metros de altura por 12.000 iuanes (1.650 euros).
Trump desqualifica ONU

Poucos dias após a aprovação pela Organização das Nações Unidas (ONU) da histórica resolução contra os assentamentos de Israel na Cisjordânia, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a instituição, que classificou com um “clube”.
Em seu Twitter, Trump disse que “as Nações Unidas têm um potencial grande, mas agora é apenas um clube para pessoas se reunirem, conversarem e se divertirem. Triste!” A mensagem foi publicada cinco dias depois da ONU ter aprovado -, por 14 votos a favor, nenhum contra e uma abstenção – a resolução que condena os assentamentos judeus na Cisjordânia e exige a sua suspensão imediata.
Em um momento inédito, o país liderado no momento pelo democrata Barack Obama, foi o único a se abster na votação na última sexta-feira (23), quando a medida foi aprovada. Os Estados Unidos são os maiores aliados de Israel no Ocidente e, como é membro permanente no Conselho de Segurança da ONU, tem o poder de veto. Este, no entanto, não foi usado pelos EUA na ocasião, como é de costume em resoluções que envolvem o país judeu.
Na própria sexta-feira o futuro presidente norte-americano já havia dito que “em relação à ONU, as coisas serão diferentes depois de 20 de janeiro”, quando ele assumirá a Presidência dos EUA.