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*Na Ordem do Dia.

 Fiquem, portanto, as contestações e reivindicações, lúcidas aos detentores do poder, achacadores de seis séculos.

Elimine-se este iníquo princípio de “à farinha pouca, meu pirão, primeiro”, a estes mercenários,  transgênicos.

Baste-lhes a leitura da página 3 do “O Elo” de Furnas, set/out. 2016: Previdência Social possui superávit, de Frederik Vitilio, publicado em https://goo/et.g7ox” o porquê do alegado déficit, um factoide mascador da ilegalidade cometida”

Pelo professor Temer, correto a ser Tamer, “ nossos direitos adquiridos sejam, de imediato, respeitados”.

*Insólitos, esquivos estes governantes ao mandatário, ressurjam-lhe, ínclitos, disciplinadores, os militares.

SÚPLICA: “Folgue a justiça e gema a Natureza,/”A minha Pátria tão bela e perdida”;/Socorra-me ao “fator”, dá-me guarida,/Sendo o aposentado sem defesa…/

Mantido com pescoço em corda Tesa,/Ao buraco negro em final da vida,/Desvalido, exangue, a Fé perdida,/Em mãos de demagogos, dócil presa…/

Sou Prometheus na rocha aos abutres,/Atado ao banco que de mim se nutre/”Um vagabundo e até desnecessário”…)

De sambenito, o findo cidadão,/Veja-me a Justiça, dê-me atenção:/No cadafalso, algoz, o tal salário./

 

Rimas Monótonas                                                                         Evidência

 


Meu caro Michel, vê e não complica,

Limitado seu tempo ao curto espaço;

Não seja o eleitor, daqui, outro pahaço,

Aposentado a ver como é que fica…

 

Não mais me quero cortesão ao paço:

Outro Triboulet a tecer futricas,

Remanescente de visões nanicas

Delével ser ao poderoso em traço…

 

Insubmisso aos áulicos não me integro,

Indefeso a estar no buraco negro,

Mesmo evidenteem cenário lasso…

 

“Bobo do rei a ser o rei dos bobos?”

Melhor, perceba-me cidadão, probo,

Nunca, à Brasília qual jogral, palhaço.

 

A você que caminha lado a lado

Comigo nesta origem barrageira;

Desde o Sudeste sem marca lindeira

Já, de Belo Monte ao Brasil ligado…

 

Em paralelo, ao nuclear herdado,

Note-me na figura alvissareira,

Aos gestos deste estima prazenteira:

Um companheiro a cada associado…

 

Qual elo ao elo, somos entidade,

Fulcro na União, solidariedade;

Conosco, o Rio em lidas diuturnas,

 

Grátis, prestativo, na confluência;

A cada um de nós, à “Excelência”,

Possantes,ao brado da Após-Furnas.


 

José Amin